Faz quase meio século desde que as perguntas podem ser desligadas com a Verity: “O papa é italiano?” Naquela época, a Igreja Católica Romana foi liderada por um poste, um alemão e um argentino-a mais longa linha consecutiva de não italianos desde que sete franceses ocupavam o trono de São Pedro. E isso foi durante o período de 67 anos no século 14, quando o papado se mudou para Avignon, França. Até a eleição de 1978 de João Paulo II – Born Karol Wojtyla e arcebispo de Cracóvia – havia 455 anos de papas italianos.
Como a Santa Sé se prepara para o conclave de 7 de maio para eleger um sucessor para o falecido papa Franciscouma lista não oficial, mas autorizada de 22 papabili (papa-capaz), inclui apenas cinco cardeais italianos. De fato, os principais portadores de padrões para as asas liberais e conservadoras da Igreja são do sudeste da Ásia e da África Ocidental, respectivamente: o cardeal Luis Antonio Tagle, das Filipinas, e o cardeal Robert Sarah, da Guiné. Mesmo que um italiano seja ungido, ele liderará uma das mais diversas e globalizadas organizações, religiosas ou não: o papa é o chefe espiritual e moral designado dos quase 1,4 bilhão de pessoas em todo o mundo que se identificam como católico. A Itália não é nem a mais populosa das nações católicas. Isso seria o Brasil.
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