WAGENINGEN, Holanda – A polícia holandesa prendeu cinco manifestantes pró -palestinos na segunda -feira durante um evento de aniversário da Segunda Guerra Mundial em Wageningen, no centro da Holanda.

Um porta -voz da polícia disse que as prisões foram por perturbar a ordem pública.

Enquanto a cidade marcou o 80º aniversário da libertação holandesa no final da Segunda Guerra Mundial na Europa, cerca de 250 a 300 manifestantes, de acordo com estimativas da mídia local, se reuniram para expressar oposição à guerra de Israel-Gaza e exigir que o governo holandês fale contra ele.

Eles mantiveram sinais lendo “Não, então, não agora, nunca mais de novo” e “Não dê o poder de ódio”, uma testemunha da Reuters viu.

Eles também possuíam um banner vermelho de 80 metros (262 pés), com um texto que o acompanha que o descreveu como um símbolo de “a linha vermelha que o governo se recusa a desenhar”, referindo-se ao governo holandês.

Durante um discurso do primeiro -ministro holandês Dick Schoof, a mídia holandesa relatou que um manifestante jogou uma bomba de fumaça no palco, onde o primeiro -ministro polonês Donald Tusk também estava presente.

O porta -voz da polícia não conseguiu esclarecer se o manifestante estava entre os presos.

Em seu discurso, Tusk referenciou a guerra na Ucrânia, dizendo que a era de conforto e liberdade da Europa havia terminado e que a lição de 80 anos atrás era que as nações tinham que se unir para superar os desafios que enfrentam.

Vários veteranos da Segunda Guerra Mundial também participaram do evento. Eles incluíram Mervyn Kersh, 100 anos, da Grã -Bretanha, e Nick Janicki, 101, do Canadá, que acenderam o incêndio nacional de libertação logo após a meia -noite da segunda -feira. O público os recebeu com um grito alto de “obrigado”. Reuters

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