ISTANBUL – Vladimir Medinsky, chefe da delegação da Rússia em negociações de paz na Ucrânia na Turquia, disse na quinta -feira que o objetivo de Moscou era garantir uma paz duradoura com Kiev procurando um terreno comum e removendo as razões para o conflito.

Medinsky, que ajudou a liderar 2022 negociações que desmoronaram, disse que a Rússia considerou as negociações planejadas em Istambul como uma continuação daqueles que fracassaram em 2022 negociações.

“Consideramos essas negociações como uma continuação do processo de paz em Istambul, que, infelizmente, foi interrompido pelo lado ucraniano há três anos”, disse Medinsky a repórteres em Istambul.

Kyiv diz que os termos que a Rússia o oferecia em 2022 eram inaceitáveis ​​e teriam representado uma capitulação.

“A delegação é determinada como construtiva, buscar possíveis soluções e terreno comum. A tarefa de negociações diretas com o lado ucraniano é mais cedo ou mais tarde para alcançar a paz a longo prazo, eliminando as causas básicas do conflito”, disse Medinsky.

Dias depois que o presidente russo Vladimir Putin enviou dezenas de milhares de tropas para a Ucrânia em fevereiro de 2022, a Rússia e a Ucrânia iniciaram negociações na Bielorrússia que mais tarde se mudaram para Istambul. Um rascunho considerado lá que estabeleceu uma estrutura para um possível acordo ficou conhecido como “Istambul Communique”.

As negociações de 2022 começaram em maio, mas as autoridades russas argumentam há muito tempo que um acordo pode ser alcançado ao longo das linhas do comunicado de Istambul. Steve Witkoff, enviado especial do presidente dos EUA, Donald Trump, também se referiu ao draft de 2022 como um possível guia para a paz futura.

De acordo com o rascunho, cuja cópia da Reuters revisou, a Ucrânia estava sendo convidada a concordar com a neutralidade permanente em troca de garantias de segurança internacional dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU: Grã -Bretanha, China, França, Rússia e Estados Unidos e outras nações, incluindo Bielleus, Canadá, Alemanha, Israel, Polônia e Turquia. Reuters

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