Segundo a pesquisa, mais de dois terços da perda florestal primária (%66%) no país deveriam o incêndio. A chama do incêndio florestal em uma região da Floresta Nacional de Brasília. A Reuters/Adriano Machado Brasil registrou a pior temporada do incêndio florestal em sete décadas em 2021. Este é o Dados do Global Forest Watch (GFW) do World Resource Institute (WRI). Segundo a pesquisa, mais de dois terços dos danos florestais primários no país (66%) foram registrados, pois a pior seca foi incendiada. A agricultura também foi outra razão pela qual a floresta contribuiu para a educação. Os dados mostram que, se os biomas brasileiros forem analisados, a Amazon registrou os danos máximos à cobertura da árvore desde o 2016 de 2016, o Pantanal é responsável pela maior porcentagem de plantas perdidas. A pesquisa alertou: “O Brasil lidera novamente em termos de perda de expansão, porque é a maior zona da floresta tropical, o país foi alertado 12% das florestas primárias tropicais do mundo em 2021”, alertou a pesquisa na pesquisa. Peter Potpov, professor e pesquisador da Universidade de Maryland e vice -diretor da análise e laboratório global da terra, alertou o recorde quebrado em 2021. “Se essa tendência continuar, ela pode transformar permanentemente zonas naturais sérias e expressar muito carbono, tornando a mudança climática e o fogo mais extremo”, disse ele. Cerrado concentra a maior área desmatada no Brasil e mais de 50% das perdas, pontos de incêndio e perda de florestas O relatório de 2024 mostra a primeira vez na primeira vez que o início da medida da GFW, incêndio, não em Not Angric. Foram a principal causa da perda de florestas primárias. O incêndio foi responsável por cerca de 50% de toda a destruição. Nos anos anteriores, a quantidade de incêndio foi reduzida em 20% da floresta. Segundo os pesquisadores, as conseqüências destrutivas do incêndio são preocupantes para a população e o planeta. “Em todo o mundo, o incêndio emitiu 1,5 gigadoncade de gases de efeito estufa – até 2021, ele revelou mais de 4 vezes em todas as viagens aéreas”, ele compara. Com isso, o incêndio piorou a qualidade do vento, pressionou extra o suprimento de água e ameaça a vida e os meios de subsistência de milhões de pessoas. A co-diretora da Global Forest Watch, Elizabeth Goldman, disse: “A quantidade de danos florestais nesse nível é contra o fato de termos visto mais de 20 anos de informação”. A Pesquisa de Destruição Latino -Americana também destacou os danos gerais da América Latina em geral. Por exemplo, essa destruição na Bolívia foi danificada por cerca de 1,5 milhão de hectares e foi impulsionada por 200% – apenas atrás do Brasil na região sem floresta. Na Colômbia, os danos iniciais da floresta aumentaram cerca de 50%. No entanto, não como a maioria dos países da região, não houve causa raiz do incêndio. Florestas no retiro do Brasil, indicam mapbiomas

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