Investigando a participação de oficinas mecânicas nas minas ilegais da polícia federal, as oficinas mecânicas da polícia federal, perto da terra indígena de Sara, Pontessa e Lesrada e Vijay D’Sstay, 3 km e 5 km de Kiyaba, respectivamente, e 5 km de Qiaba e 5 km a partir de Kiaba. Ao todo, 16 mandados de busca e apreensão foram servidos em casas e empresas em ambos os municípios. A campanha foi apoiada pelo Exército Brasileiro e foi emitida pelo 2º Tribunal Federal das Cassaras Subssense Judicial. Clique aqui para seguir o canal G1 MT na investigação do WhatsApp da Polícia Federal da Rodovia Federal para seguir o canal G1 MT, que apontou para a participação potencial dos empresários na economia e manutenção do equipamento usado na mina ilegal. Segundo o PF, a escavadeira, o trator e outras máquinas estavam escondidas na oficina, para que dificultasse a inspecionação. A polícia disse que o objetivo da mudança era quebrar os suprimentos ilegais de mineração na região. Os elementos apreendidos serão analisados para ajudar as finanças das atividades das atividades. Os envolvidos podem ser responsáveis pela ocupação de ofensas ambientais e recursos sindicais. De acordo com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Aibama), a história da exploração ilegal apreendeu a polícia federal sob a liderança de Pontess e Lesrad (MT). O objetivo do conflito entre o povo de Sarah Nambikwara e muitas vezes a exploração ilegal é o objetivo do conflito entre os prosechers e as forças de segurança. Segundo Ibamah, entre os mais afetados pela mineração ilegal do Brasil, os Namikaras têm 67,3 hectares e área residente por grupos indígenas de grupos étnicos. Estima -se que cerca de 2.000 hectares tenham sido destruídos pela absorção de ouro ilegal impulsionado por organizações criminosas armadas operadas na região. Essa área foi alvo da 12ª atividade policial federal, que investigou os suspeitos que executam US $ 200 milhões com drenagem ilegal e vendas de ouro e pedras preciosas. PF destrói a estrutura usada por Proschers na terra indígena de Saro Saro

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