A Agenda 20 da ONU exige uma ação global da ação coletiva. Oferece um novo modelo de desenvolvimento, distante, inclusivo e comprometido com o equilíbrio entre pessoas, planetas e gerações próximas. Nesse contexto, iniciativas como o ODS Connection, promovidas por Somos A e Acordo Global – Brasil e que na versão deste ano desempenham o papel central em discutir as necessidades do futuro mais sustentável com o RN e o Centro de Serviços de Sustentabilidade. A 2ª versão da conexão ODS traz um dos temas dos painéis chamados SDGs (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável) 1, a Iniciativa Brasileira, que visa promover a igualdade e o racismo de castas étnicas. Embora exista uma abertura para criar objetivos que reflitam sua realidade local para os países, não em 17 objetivos estabelecidos pelas Nações Unidas. O Brasil aproveitou estrategicamente essa flexibilidade que oferece integridade, equidade e cultura, base essencial, base essencial para qualquer projeto de conversão social profundo. Ao trazer esse objetivo para a agenda, a reunião não apenas promete aos desafios internos, mas também fortalece a posição de outros países que lidam com discriminação, corrupção, violência e exclusão. O caminho que seguimos, a sociedade civil, o setor de negócios e o poder do público mostram que é possível fazer audição e soluções ativas da fala entre diferentes vozes. Nesse processo, o papel do contrato global – é importante no Brasil. As empresas os incentivam a incluir ODS em seus planos e práticas, a iniciativa deixa claro que a sustentabilidade não é um discurso paralelo ao negócio, faz parte de seu próprio sucesso. As agências que aceitam esse aspecto são a favor de sua credibilidade, a capacidade de inovar e relevância social. ODS 18, pela natureza cruzada cruzada, estende o impacto de objetivos existentes, como igualdade de gênero (ODS 5), redução da discriminação (ODS 10) e forte (ODS 16) da organização. Discutindo integridade, justiça e paz, na realidade, tanto o público quanto os setores privados são seguros e incentivando o ambiente mais igual, criando um lugar para enriquecer todos com dignidade. A cena atual precisa ser urgente. Dados recentes da ONU mostram que apenas 5% dos alvos serão vistos na direção certa por 20. Cerca de metade do ritmo lento se seguiu e reformulou 5%, especialmente na infância, pobreza de guerra e regiões relacionadas à equidade de gênero. Dando a ela, reuniões como o ODS Connection são básicas para salvar a ambição da agenda e renovar as promessas do concreto. Como empresário e advogado de justiça social e justiça social, posso ver com esperança e orgulho que o Brasil fez soluções de suas necessidades sem perder sua aparência global. Além disso, como cooperativamente, determinou o valor da audição, participação e co -reações. Podemos liderar com coragem, continuidade e visão de longo prazo. E ODS 18 pode ser um símbolo de que é possível adaptar os objetivos globais com a realidade local sem perder a visão total. CEO da ANA Fontes e fundador da Rede de Mulheres de Empreendedorismo e vice-presidente do Instituto RME e Conselho Global de Covenant Red Brasil *Anna Fonts Hall Ready Enterprinar Red e Fundador do Instituto RME e Vice-Presidente da Brassil-RME de leitura global do Conselho Pacto.

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