PARIS – O ministro da Justiça aposentado, Gerald Dalmanin, pediu aos promotores franceses na sexta -feira que tomassem medidas mais severas em casos anti -semitismo apenas alguns dias antes do presidente Emmanuel Macron reconhecer o estado palestino e irritar Israel.

A mudança ocorre semanas depois que o novo embaixador dos EUA da França, Charles Kushner, publicou uma carta aberta ao Wall Street Journal que não foi suficiente para privar a violência anti-semita.

Em um documento visto pela Reuters, era consistente com o plano de Macron para o estado palestino em 22 de setembro, Dharmanin pediu “ação criminal muito sólida” contra o anti-semitismo e a fala.

Ele também procurou considerar “situações gerais de agravamento” em todos os casos possíveis. A lei francesa significa que a sentença máxima da prisão é imposta.

Dharmanin pediu ao promotor que abrisse uma “investigação sistemática” quando notificada por um funcionário ou funcionário eleito de um ato ou declaração anti-semita.

Macron emergiu como um dos críticos mais fortes do acusação de guerra da guerra em Gaza, particularmente em relação às baixas civis palestinas.

O presidente também criticou publicamente o presidente como um aumento na segurança que é contraditório aos valores franceses e a aumentar a segurança, a fim de proteger sinagogas e outros centros judeus, em resposta a incidentes de anti-semitismo relacionados ao conflito de Gaza. Reuters

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