Um detento de Michigan que acusou Sean “Diddy” Combs de drogá-lo e agredi-lo sexualmente em uma festa há quase 30 anos recebeu uma indenização de US$ 100 milhões (S$ 130 milhões) contra o rapper e produtor musical.

Derrick Lee Smith, 51, ganhou a sentença multimilionária por omissão no Tribunal do Condado de Lenawee durante uma audiência virtual em 9 de setembro, depois que Combs, 54, não compareceu.

Um advogado de Combs disse que o rapper entraria com uma ação para anular o julgamento.

“Este homem (Smith) é um criminoso condenado e predador sexual, que foi sentenciado por 14 acusações de agressão sexual e sequestro nos últimos 26 anos”, disse o advogado Marc Agnifilo em um comunicado.

“Seu currículo agora inclui cometer uma fraude no tribunal da prisão, já que o Sr. Combs nunca ouviu falar dele, muito menos foi notificado de qualquer processo. O Sr. Combs espera ter esse julgamento rapidamente rejeitado”, acrescentou a declaração.

Smith, que foi condenado a 75 anos de prisão por má conduta sexual e acusações de sequestro, apresentou queixas contra Combs em junho e agosto. Ele recebeu uma ordem de restrição temporária contra Combs, que tem vários outros casos de agressão sexual ainda pendentes.

Combs, fundador do selo de referência Bad Boy Records, é um dos produtores e executivos mais influentes do hip-hop e um artista de enorme sucesso, além de empresário de sua própria linha de roupas Sean John. REUTERS

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