A polícia encontrou uma lista de ‘compradores’ de casas com bebidas falsas no campus policial. A suspeita era que o local funcionava como uma fábrica secreta de bebidas. Os responsáveis ​​pelo local foram identificados e fugiram da justiça. O verbo foi desdobramento de uma operação realizada nesta semana que identificou o endereço como suspeito. Desde o primeiro evento de veneno de metano no estado de São Paulo, a política intensificou a operação para investigar a adulteração de bebida. “Em um número significativo de contêineres, ali também foram localizados um grande número de rótulos e bebidas prontas para venda, o que nos levou, ainda nos leva à conclusão de que havia uma fábrica de bebidas falsas”, explicou o representante Sandro Joneson. Além dos milhares de recipientes vazios, clique aqui para acompanhar o canal do G1 Campinas no WhatsApp, a polícia encontrou cerca de 100 garrafas cheias. Eles foram encaminhados à Associação Brasileira de Bebidas (ABRB), que confirmou que todas as amostras eram falsas. Ainda não se sabe se as bebidas estão adulteradas com metano. Os frascos foram encaminhados à Polícia Científica, que identificaria a composição. A polícia de bebidas ‘de marca’ encontrou garrafas que originalmente custavam US$ 800 e foram vendidas a US$ 120. Reprodução/EPTV atenção das autoridades às autoridades que encontraram marcas caras, o preço de uma garrafa original chegou a US$ 800, e foi vendida por US$ 120. “O tipo de bebida que a gente bebia naquela época estava sujeito a adulteração e no terreno com base na apreensão apreendida hoje, ou seja, esse tipo de bebida cara está sendo duplicada”, disse o representante. Leia mais: A Polícia Civil apreendeu duas mil bebidas durante o término da fiscalização ou em Amporo, descobrindo o depósito confidencial das bebidas, os documentos e notas dos compradores constantes da lista de compradores de Hortolândia no local. Possui um morro alto em Campinus, conhecido por sua animada vida noturna, que recentemente comprou várias centenas de garrafas de vodca. “Temos os nomes das pessoas que trabalhavam com as fraudes. Uma dessas organizações conseguiu recentemente 300 garrafas de Vodka Francesa. O volume de distribuição dessas bebidas falsas era muito alto”, disse Joneson. As empresas listadas irão investigar a polícia. “Não há culpa, há intenção. Quem compra um uísque cujo preço passa de R$ 120 e mantém à venda com base no preço original é que é inescrupuloso, inconsciente e envolvido em fraude”, disse o representante. Polícia Civil de Campinas Campo Abaixo do Belio Breeding/EPTV Vídeo vasculhou milhares de embalagens falsas de bebidas em casa

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