A norma aprovada pela ALE-RR prescreve a inserção de fita puzzle, símbolo mundial de conscientização do TEA, nas placas de instituições públicas e privadas de Roraima, porém, alguns locais aderem à lei ASD Eduardo Andrade /SupCom ALE-RR para identificar indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) Símbolo reconhecido pela “fita quebra-cabeça”, desde então está presente em marcas de atendimento prioritário em estabelecimentos comerciais como bancos, farmácias, supermercados e restaurantes no estado. 2021, com a aprovação da Lei 1.547 pela Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) e posterior homologação oficial. Até então, o direito era garantido apenas aos idosos, gestantes, crianças e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A norma se baseia na legislação federal que estabelece políticas nacionais para proteger os direitos das pessoas com autismo e destaca que a acessibilidade e a inclusão são essenciais para evitar desconforto tanto para as pessoas com autismo quanto para seus parceiros. Em algumas situações, a condição pode criar confusão e por esta razão, os doentes necessitam desta distinção. “É uma forma de contribuir para a inclusão, de combater a discriminação e o preconceito”, diz citação da justificativa. O presidente da Assembleia, deputado Soldado Sampaio, destacou que a Câmara sempre tem sensibilidade para aprovar diretrizes e regulamentos que prevejam o direito à inclusão. Ao longo dos anos, mais de 20 leis foram aprovadas em benefício do homem comum. Presidente da Casa Legislativa, Deputado Soldado Sampaio Eduardo Andrade/SUPCOM ALE-RR “São desde o Dia da Conscientização do Autismo até filmes, shows, produções até direito a meia-entrada para portadores e seus acompanhantes. Sala de integração sensorial para pessoas com TEA, com acesso universal. Ou seja, são propostas que visam incluir esse grupo em todos os setores da sociedade, não apenas como forma de garantir direitos, mas de fazer com que se sintam parte da população e que recebam tratamento igualitário em função deles. . A diferença deles”, pensou Sampaio. Andrea Mello, servidora da ALE-RR, conhece bem essa realidade. Mãe de um adolescente de 15 anos com autismo, ela detalha como percebe a inquietação do filho quando estão perto de muita gente. “Vejo que ele fica incomodado, não gosta, mas não tem o nível de se tornar agressivo, aceita ficar no lugar dele”, destacou. Andrea percebeu os traços autistas do filho ainda pequeno, “devido à demora no manejo de certas atividades comuns às crianças dessa idade”. Para Andrea Mello, mãe de uma menina de 15 anos com autismo, a lei é uma vitória Nonato Sousa/Supcom ALE-RR “Ele demorou para andar, para equilibrar a cabeça, não olhou para a gente. Cresceu e manifestou outras características”, lembra, acrescentando que, na época, pouco se falava sobre a condição. “Ele fará 16 anos em outubro, então naquela época era até um tabu. As mães tinham preconceito em aceitar o filho com esse diagnóstico. leia. Desde então, ele está prestando cuidados e terapia. Para ele, o atendimento prioritário é uma vitória para os autistas e seus familiares, pois não só esse, mas também outros padrões fazem com que as pessoas entendam e respeitem que os autistas possuem necessidades especiais diferentes dos demais. “Eles têm características como não gostar de lugares movimentados, fazer muito barulho, em qualquer grau, se sentem incomodados. Pessoas que não têm algum familiar com autismo ou são próximos dele não entendem, acham que é só uma brincadeira ou brincadeira, e isso é uma pena, porque as mães se privam das tarefas normais do dia a dia. Coisas do dia para passar tempo com os filhos. Esperamos por mais leis que os beneficiem em outras áreas”, expressou. As pessoas com TEA foram incluídas na lista de pessoas com deficiência em 2012 por meio da Lei 12.764, que estabeleceu políticas nacionais para proteger os direitos desse grupo. Embora a condição não seja fisicamente evidente, cartões e cordões de girassóis ou quebra-cabeças para autistas foram criados como forma de identificá-los. Andrea Mello conta que, porém, deixou de usufruir dos direitos do filho, por medo de passar vergonha por outras pessoas. “Já aconteceu, principalmente porque ela não usa muito colares de identificação de autismo. Aí as pessoas me veem e perguntam se estou grávida ou qual é o problema. colocar essas placas nos estacionamentos, para começar a entender direito, além de promover políticas e causas públicas”, finalizou. Segundo Elson Barbosa, gerente de um supermercado localizado na zona leste da capital, a instituição quer sempre cumprir a lei A inclusão dos autistas na sinalização de atendimento prioritário foi realizada de acordo com as disposições de Elson Barbosa, gerente de um supermercado localizado na capital Nonato Sosa/Supcom ALE-RR “Hoje, temos dois caixas com prioridade. vagas de serviço e estacionamento O projeto não é pintado no chão, mas temos três vagas destinadas ao público-alvo, para facilitar a vida das pessoas. Temos disponível cadeira de rodas. Alguns clientes que chegam aqui com problemas de mobilidade pedem. nós entregamos-lhes”, disse, acrescentando que também há atendimento prioritário na fila do talho. O quebra-cabeça de símbolos é um símbolo que representa a complexidade do transtorno do espectro do autismo – A “fita de quebra-cabeça” dos Arquivos Sapcom foi usada pela primeira vez em 1963 e popularizada pela entidade norte-americana Autism Speaks, que atua ativamente na defesa de indivíduos com TEA. A ideia é usar a charada para simbolizar a dificuldade de compreensão de quem enfrenta essa condição. O distúrbio afeta o desenvolvimento neurológico e pode ser percebido nos primeiros anos de vida. As características mais comuns incluem atraso na fala, dificuldade de socialização e comportamentos repetitivos. Dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), organização afiliada ao governo da América do Norte, estimam que a incidência de autismo é de uma em cada 110 pessoas. No Brasil, estima-se que existam dois milhões de pessoas autistas, o que representa 1% da população. A sede do Programa Timmer está localizada na Avenida Santos Dumont, nº 1.193, no bairro São Francisco. O horário de funcionamento é das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Marley Lima/SupCom ALE-RR apoia causas e trabalha em prol de crianças, adolescentes, adultos e famílias de pessoas com autismo por meio do Teamarr, centro de acolhimento de autistas afiliado ao Programa Legislativo de Assistência Comunitária da ALE-RR. O centro oferece atendimento e encaminhamento às pessoas, além de apoio na capacitação de familiares, profissionais de saúde e interessados ​​no assunto.

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