
Jairo Momeso e Vera Lucia Tejaro Momeso são casados há 52 anos Reprodução/EPTV Juízo encerrado pela segunda vez, o júri popular de Jairo Momeso, idoso preso em flagrante após confessar ter matado a esposa com uma espingarda na cabeça, em Mogi Guasu (SP) eles estão juntos há 52 anos. O julgamento de Momeso estava marcado para esta segunda-feira (3), mas, na última sexta-feira (31), o juiz responsável pelo caso decidiu adiar a sessão para 30 de março de 2026. A mudança ocorreu porque uma testemunha não foi convocada a tempo. Esta não é a primeira vez que o júri de um réu é convocado. Inicialmente, o julgamento estava marcado para 12 de maio de 2025, mas foi remarcado para setembro de 2024 “devido à ausência de data para designação num prazo razoável”. g1 tenta detectar a defesa de Momeso. Homem de 77 anos matou a esposa a tiros em Mogi Guachu e foi preso Respondendo à Liberdade Momeso foi preso no dia 1º de maio de 2023, logo após o crime. Na audiência de custódia, a prisão foi interpretada como preventiva de direito porque, entre outros motivos, o crime foi “cometido por motivo fútil, o que caracteriza sua periculosidade”. Cinco meses depois, em outubro de 2023, o réu obteve habeas corpus e passou a responder a ação de forma independente. A rescisão da prisão preventiva ocorre nas seguintes condições: comparecimento a todas as funções judiciais quando agendadas; Proibição de afastamento da comarca sem sanção judicial, sob pena de retirada dos benefícios concedidos. Por exemplo, em Abril de 2024, o tribunal permitiu que Momeso se deslocasse para fora do distrito entre 20 e 21 de Abril, “pois não considerou isso um obstáculo às medidas cautelares pessoais estabelecidas para substituir as prisões”. Vizinhos acionaram a Polícia Militar (PM) após ouvirem tiros, segundo relatórios policiais. Ao chegarem ao local, os seguranças encontraram a vítima, Vera Lucia Tejaro Momeso, no sofá, já sem vida e com ferimento na cabeça. O autor do crime disse que tentou se matar, mas “a arma falhou”. Em depoimento, Jairo Momeso disse que, no domingo, brigou com a irmã e a esposa disse “a culpa é dela”. Nesse momento, ele disse que “enlouqueceu”, atirou na idosa e anunciou no grupo de WhatsApp da família que havia assassinado a esposa e que iria se matar. O menino foi até a casa do casal e encontrou a mãe e o pai mortos por causa da bebida. Ao primeiro-ministro, o homem disse que a relação do casal já foi difícil no passado porque o pai bebia muito, mas ultimamente não tem acontecido isso. A arma utilizada, uma espingarda calibre .28, foi apreendida pela polícia. Ele não estava cadastrado, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP). Vídeo: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas


















