
Ex-prefeito do deputado Mongaguer, Marcio Cabesa, quer bloquear recursos por exclusão de reprodução de contrato de transporte/rede social O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) ajuizou ação civil pública por improbidade administrativa contra Marcio Melo Gomes, conhecido como Marcio Cabesa, Mongaguer (ex-prefeito). O Ministério Público aponta a omissão deliberada (deliberada) na gestão do contrato de concessão de transporte municipal firmado com a empresa Ação Transportes e Turismo Ltda. O MP solicitou reembolso de R$ 6,1 milhões ao erário público e outras sanções contra o ex-prefeito. Segundo o Ministério Público o preço é igual ao prejuízo para o município. O caso tramita na 2ª Vara Judicial da Comarca de Mangagua. O processo abrange o período entre 2019 e 2021 durante a gestão do Chefe. Segundo o MP, ele deixou de fazer cumprir os reajustes tarifários obrigatórios e não fiscalizou os contratos com as empresas. ✅ Clique aqui para acompanhar o canal g1 Santos no WhatsApp. “A omissão do ex-gestor em promover o reajuste do contrato, embora tivesse ciência do desequilíbrio econômico-financeiro estabelecido desde o início da execução do contrato, é, em tese, um ato de impossibilidade administrativa que prejudica o erário”, observou o procurador Rafael Viana de Oliveira Vidal, observou o procurador Rafael Viana de Oliveira Vidal. Assista aos vídeos que estão em alta no G1 Em nota, o ex-prefeito disse que a denúncia ao MP-SP partiu da atual gestão da Prefeitura e, segundo ele, tinha caráter político. “Ainda não fui intimado para nada, mas tenho certeza que o juiz analisará o procedimento e decidirá a nosso favor”. Cabeça destacou que sua gestão tem zelado pelos moradores e trabalhadores, que dependem do transporte público, e por isso trabalho para manter a qualidade sem aumentar as tarifas dos ônibus. Laudo pericial O prejuízo foi apurado por meio de laudo pericial, que identificou déficit de R$ 6.107.295,80 entre fevereiro de 2019 e fevereiro de 2021. Esse valor é condizente com o impacto financeiro por falta de consistência e omissões na gestão dos contratos, segundo o MP. O Ministério Público sustentou que a conduta do ex-prefeito comprometia o equilíbrio do contrato e colocava em risco a continuidade de um serviço público essencial. A agência afirmou que houve violação dos princípios de legalidade, ética e eficiência estabelecidos na constituição. Os pedidos do Ministério Público incluem: Reparação integral dos danos Suspensão dos direitos políticos até 12 anos Multas cíveis equivalentes aos danos estipulados Proibição de contratos com autoridades públicas Indisponibilidade de bens como medida cautelar O MP defende que o congelamento de bens é necessário para garantir a reparação dos alegados danos de stress. Segundo a agência, o pedido é proporcional e visa garantir a restituição apenas do valor apurado, sem afetar produtos de origem legal acima desse valor. O local g1 entrou em contato com a Prefeitura de Mongagu e a Ação Transportes e Turismo Ltda, mas não obtiveram resposta até a última atualização desta reportagem.


















