Projeto Carina, da Aclara Resources, Goas Disclosure/Aclara Resources Goas é referência nacional quando o assunto é terras raras. A primeira mineradora fora da Ásia a produzir os quatro elementos essenciais para a tecnologia moderna em escala comercial está localizada no estado de Minaku, na Serra Verde, ao norte de Goa. Em fase de testes, outro projeto está de pé. É a planta piloto do projeto Carina, da multinacional chilena Aclara Resources, em Aparecida de Goiânia. A Agência Nacional de Mineração (ANM) fiscalizou a usina e informou que terras raras chegam ao local na forma de argilas iônicas. A multinacional pretende montar uma fábrica no município de Nova Roma onde o material será extraído. Conforme divulgado pelo Governo de Goiás, o projeto Carina conta com investimento de aproximadamente R$ 2,8 bilhões, sendo R$ 30 milhões somente na instalação de Aparecida de Goiânia. A Aclara pretende processar 250 toneladas de argila iônica. Atualmente, o projeto está em fase de testes em escala semi-industrial. ✅ Clique e siga o canal g1 GO no WhatsApp para g1, Murillo Nagato, Diretor Geral da Aclara do Brasil, disse que a planta piloto foi criada como uma estrutura temporária para testar e coordenar a rota e processamento do processo de terras raras. “Como estamos na fase detalhada do projeto de engenharia do empreendimento de Nova Roma, o período de operação da planta ainda está sendo definido, pois tudo depende dos estudos e análises que continuarmos, acompanhando as necessidades e exigências do processo”, explicou. Em Aparecida de Goiânia, a Aclara já produz carbonato misto de terras raras (MREC), que combina diferentes elementos com pureza superior a 90%. “O material tem sido utilizado para calibrar o processo e enviar amostras aos parceiros técnicos”, destaca o diretor. “O projeto é focado em terras raras pesadas, com ênfase em Disprósio (Dy) e Térbio (Tb), ambos essenciais para a produção de ímãs permanentes de alta potência”, destacou Murillo Nagato. Assista aos vídeos de tendências sobre o processo de licenciamento ambiental do G1 Atualmente, o projeto Karina está em processo de licenciamento ambiental e já recebeu uma licença inicial de operação. “O processo de Colheita Mineral Circular foi desenvolvido para minimizar os impactos ambientais: não utiliza explosivos, não tritura nem tritura, não produz resíduos líquidos, não necessita de barragens de rejeitos, recicla cerca de 95% da água e recupera 99% dos principais reagentes, o que é natural diretor, diretor, declarou diretor. Goiás Divulgação/Aclara Recursos, Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Sangas Goiás será um dos maiores exportadores de terras raras e já raras, que são Minaku e Nova as mais valiosas descobertas em Roma, separadas e exportadas”, destacou. O secretário explicou que a China ainda domina a tecnologia para transformar terras raras em produtos finais, como motores, turbinas e tomógrafos, mas o estado estuda aprimorar sua tecnologia e estabelecer parcerias para fazer mais do que exportar o material. Ao comparar o projeto Serra Verde e o projeto Carina, o secretário observou que Nova Roma possui camadas profundas de minério, aprox. 15 m, o que indica um maior potencial produtivo: dar segurança jurídica às mineradoras multinacionais. As terras raras são um conjunto de 17 elementos químicos encontrados em abundância na natureza. Segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM), os elementos são classificados em: Leves: lantânio, cério e neodímio; médio: samário, európio e gadolínio; pesado: térbio, térbio, ítrio e ítrio. Segundo André Carlos Silva, professor de engenharia de materiais da Universidade Federal de Catalão (UFCat), a maioria são leves. “Elementos de terras raras são usados ​​para fazer lentes especiais, como lentes de celulares. O neodímio, que é muito procurado, é usado para fazer ímãs de terras raras com campos magnéticos elevados”, explica. O especialista destacou que a importância dos “superímãs” de terras raras está relacionada à transmissão de energia. Segundo ele, não é necessária eletricidade para gerar energia para um ímã permanente, porque ele é feito de neodímio. “Esse ímã é usado nos fones de ouvido de alta potência que usamos hoje, em discos rígidos de computadores, em turbinas eólicas e em carros elétricos. Também usado em motores”, acrescenta. Minardora explora quatro elementos de terras raras na Serra Verde Minaku. Arte/g1 📱 Veja mais novidades da região no g1 Goiás. Vídeo: Últimas notícias de Goiás

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