
Policial Rodrigo Vasconcelos Nascimento O corpo do policial civil Rodrigo Vasconcelos Nascimento, 45 anos, baleado no final do mês passado durante a megaoperação no complexo da Penha e Alemão, será sepultado neste domingo (23), às 14h, no Jardim de Cionecia, Westonésia de Cioneade. A cerimônia de despedida está marcada para as 12h, na Capela 3. O responsável pela 39 DP (Pavuna) deu seu último suspiro na manhã deste sábado (22), após 20 dias internado. Ele foi baleado no dia 28 de outubro durante a MegaOperação Contenção no Complexo Alemão e Penha. Imagens de drones policiais registraram o momento em que o agente foi baleado por traficantes na Serra da Misericórdia. 📱 Baixe o aplicativo do g1 para ver notícias em tempo real e gratuitas do RJ “Notícia muito triste. Ele está melhorando a cada dia… Rodrigo foi mais um grande herói que deu a vida pela sociedade. Nunca foi e nunca será em vão”, disse o secretário da Polícia Civil, deputado Felipe Currie neste sábado (22). Policial Rodrigo Vasconcellos Nascimento Reprodução A morte de Rodrigo eleva para cinco o número de policiais mortos na operação. No total, 122 pessoas morreram em combate, incluindo 117 suspeitos e 5 agentes. O outro policial morto foi Clayton Seraphim Gonsalves, 42 anos, 3º sargento do BOPE e que estava na força desde 2008. Ele era casado e deixava esposa e uma filha. Heber Carvalho da Fonseca, 39 anos, é 3º sargento do BOPE e é policial desde 2011. Deixa esposa, dois filhos e um enteado. Marcus Vinicius Cardoso de Carvalho (Rímel), 51 anos, Comissário do 53º DP (Mesquita), tinha 26 anos de carreira e foi promovido a Comissário às vésperas da operação. Rodrigo Veloso Cabral, 34 anos, agente da 39ª DP (Pavuna), estava na Polícia Civil há menos de dois meses e trabalhava na mesma delegacia que Rodrigo Vasconcelos Nascimento. Assista aos vídeos que são tendência no g1 Como aconteceram as mortes Segundo a Polícia Civil, Mascara e Rodrigo Cabral foram baleados quando as equipes chegaram ao Complexo da Penha, onde traficantes do Comando Vermelho montaram barricadas e responderam ao fogo. Eles foram socorridos no Hospital Getulio Vargas, mas não sobreviveram. Os sargentos Clayton Seraphim e Heber Fonseca, do BOPE, ficaram feridos na colisão na Villa Cruzeiro. Eles também foram levados ao Hospital Getulio Vargas, mas não resistiram aos ferimentos. A Polícia Civil e o BOPE emitiram mensagens de condolências destacando o empenho e a dedicação dos policiais mortos no cumprimento do dever.


















