Nos últimos anos, Singapura tem lutado com atores criminosos localizados no exterior que têm como alvo vítimas em Singapura. Estes grupos criminosos sabem que a ação penal contra um ecossistema criminoso com redes que operam em diferentes países é inerentemente desafiadora, uma vez que requer uma resposta multijurisdicional coordenada.

O aumento da utilização de pagamentos digitais e de tecnologia em todo o mundo também deu aos grupos criminosos transnacionais novas ferramentas para ofuscar os seus rastos. Com um toque no telemóvel, o produto do crime pode ser transferido entre diferentes países à velocidade da luz e convertido em outros activos, como moeda fiduciária miscível, que não pode ser rastreada até à vítima.

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