Bolsonaro e aliados condenados cumprirão penas no DF e no Rio A resposta pública dos apoiadores de Bolsonaro tem sido crítica. Nos bastidores, um alívio. No momento em que foi anunciada a decisão do ministro Alexandre de Moraes de executar o ex-presidente Jair Bolsonaro, os filhos do ex-presidente e seus advogados criticaram a decisão, que foi tomada antes da entrada em vigor da proibição. E prometem entregar essa riqueza nos próximos dias. Por outro lado, os advogados e familiares de Bolsonaro ficaram aliviados ao serem informados de que ele permaneceria na Superintendência da Polícia Federal, onde já cumpre prisão preventiva. Bolsonaro temia ser transferido para o 19º Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, para onde foi seu ex-juiz Anderson Torres. Bolsonaro deixa hospital após procedimento para retirada de ferimentos de Jorge Sant’Ana/TV Globo Advogados não desistiram do pedido de prisão domiciliar, mas sabem que ela não será atendida agora. Eles aguardarão o momento mais oportuno para reenviar a solicitação e acreditarão que, mais cedo ou mais tarde, ela será aceita. No entanto, existe um risco real para a família de que Bolsonaro passe o final do ano preso pela Polícia Federal. Preso permanentemente, o ex-presidente Bolsonaro buscará manter sua influência nas eleições de 2026 por meio dos filhos. Ele também foi desclassificado pela terceira vez quando a sentença entrou em vigor. Enquanto se aguarda a decisão do TSE, ele está fora das eleições do ano que vem, mas pode retornar em 2030. Agora, não pode ser eliminado até 2060. Lula tentou manter sua influência enquanto estava preso nas eleições de 2018, e Jair Bolsonaro venceu a eleição, conseguindo escolher Fernando Haddad como seu candidato. Ele perdeu, mas colocou Haddad no segundo turno. Agora, a questão é se Bolsonaro poderá escolher um candidato de direita e se ele chegará ao segundo turno. Ao contrário de Lula em 2018, Bolsonaro não tem o poder de decidir sozinho o seu candidato. Ele está sendo pressionado pelo centro para apoiar Tarcio Gómez de Freitas, mas seus filhos querem Bolsonaro na disputa, mesmo que seja como vice. Ou seja, Jelle Lula tinha mais poder sobre o seu grupo do que Bolsonaro. Por outro lado, o ex-presidente, agora preso permanentemente, ainda possui um capital político significativo.

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