Segundo a superintendente da CGU em Goiás, Susana Kroehling, a análise do órgão se referia a uma frota de 17 ambulâncias de propriedade do município. Hoje a frota é diferente, as tarifas. Kroehling cita alguns exemplos de fraude, detectadas através do processo de pagamento e realizadas em oficinas secretas, algumas até de propriedade de funcionários públicos.

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