Organizações informam às Nações Unidas sobre risco de colapso da Usina Hidrelétrica Collider (MT) A Coppel Axia Energy, antiga Eletrobras, anunciou nesta segunda-feira (1º) que concluiu a segunda fase de intervenção na Usina Hidrelétrica Collider, localizada na região de Itaúba, no Mato Grosso. As medidas ocorrem após o Ministério Público do estado (MPMT) apontar diversas irregularidades que poderiam ter levado ao rompimento da barragem. Segundo a empresa, a partir de um diagnóstico abrangente, o material foi injetado no subsolo da usina para preencher as lacunas identificadas. Segundo a empresa não houve complicações durante o procedimento. ✅ Clique aqui para acompanhar o canal g1 MT no Whatsapp “A usina está estável e operacional. O reservatório permanece no nível atual, não há previsão de novos rebaixamentos”, afirmou em nota. De acordo com o cronograma, especialistas contratados pela empresa deverão avaliar se serão necessárias outras intervenções nos próximos meses. Caso em questão Segundo investigação do MPMT, a usina está em nível de “alerta” desde agosto deste ano devido a inúmeras falhas estruturais no sistema de drenagem. Quatro organizações não-governamentais notificaram a Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o risco de rompimento de barragens da Usina Hidrelétrica Collider, no Rio Teles Pires, em Etauber. O MP também recomendou a desativação da barragem caso não haja outra opção. A empresa destacou que adquiriu a fábrica em maio deste ano e “continua trabalhando com o objetivo de devolver a fábrica ao seu estado normal o mais rápido possível”. Uma queixa foi apresentada ao Departamento de Direitos Humanos à Água Potável e ao Saneamento da ONU. No documento, as entidades destacaram que o rio Teles Pires é o mais afetado pelas hidrelétricas na Amazônia. A denúncia instava o relator da ONU sobre “as contínuas violações dos direitos humanos e o risco iminente de uma catástrofe de proporções catastróficas, exigindo ação imediata para garantir a segurança da população e a responsabilização dos agentes envolvidos”. Veja vídeos de tendências no G1 Leia mais Eletrobras instala sirenes fixas perto da usina Collider (MT) para aumentar a segurança após risco de estouro ‘Chega de água’: Moradores mostram porto seco após usina Collider (MT) reduzir nível dos reservatórios; Assista ao vídeo MPF pede medidas de segurança e redução de impacto ambiental na hidrelétrica da MT Eletrobras no rio Teles Pires, reparos subterrâneos na Usina Colíder (MT) após MP apontar graves falhas estruturais. km² de área total e 94 km de extensão. Em operação desde 2019, abrange os municípios de Claudia, Collider, Itauba e Nova Cana do Norte. No estado, estão em operação 142 usinas hidrelétricas de pequeno, médio e grande porte; e sua barragem. Responsável pela construção da usina Colíder entre 2011 e 2019, a Copel Geração e Transmissão entregou a gestão à Eletrobras em maio deste ano. Naquela época, a Copel pagou a usina e pagou R$ 196,6 milhões de contrapartida após ajustes previstos no contrato, como o recebimento de dividendos da Mata de Santa Genebra Transmissão (MSG). Eletrobras, permuta de ativos, transferência de MSG e planta de Mauá. Conforme mostrado na imagem abaixo. Porém, a planta Collider representa 0,5% do ativo total da Eletrobras, segundo comunicado do mercado financeiro. O documento mostra a troca de recursos entre Copel e Eletrobras em eventos relevantes


















