18 de dezembro – Os Estados Unidos condenaram na quinta-feira a recente detenção na África do Sul de um funcionário norte-americano por fornecer ajuda à minoria Afrikaner.

Dois trabalhadores refugiados dos Serviços de Cidadania e Imigração dos EUA foram detidos brevemente, mas libertados durante a operação de terça-feira, disse à Reuters um funcionário do USCIS e uma pessoa familiarizada com o assunto.

O Departamento de Assuntos Internos da África do Sul anunciou que nenhum funcionário dos EUA foi preso.

As autoridades sul-africanas anunciaram na quarta-feira a prisão e deportação de sete quenianos que trabalhavam ilegalmente para processar pedidos de asilo para o governo dos EUA.

“Os Estados Unidos condenam nos termos mais veementes a recente detenção pelo governo sul-africano de funcionários norte-americanos numa missão para fornecer assistência humanitária aos africânderes”, disse o Departamento de Estado num comunicado, referindo-se à minoria holandesa da África do Sul.

A administração do presidente Donald Trump pretende trazer milhares de sul-africanos brancos para os Estados Unidos com base em alegações de que são vítimas de perseguição racial, uma acusação que o governo sul-africano nega.

O Departamento de Estado disse que as informações do passaporte das autoridades norte-americanas também foram divulgadas como uma “forma inaceitável de assédio”.

“Apelamos ao governo sul-africano para que tome medidas imediatas para controlar esta situação e responsabilize os responsáveis”, disse o Departamento de Estado.

Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da África do Sul disse não ter conhecimento da divulgação pública de quaisquer informações de passaporte de funcionários dos EUA. Reuters

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