Cientistas se surpreenderam quando descobriram que podiam instruir uma versão do ChatGPT para dissuadir gentilmente as pessoas de suas crenças em teorias da conspiração – como noções de que a Covid-19 foi uma tentativa deliberada de controle populacional ou que o 11 de setembro foi um trabalho interno.
A revelação mais importante não foi sobre o poder da inteligência artificial (IA), mas sobre o funcionamento da mente humana. O experimento perfurou o mito popular de que estamos em uma era pós-verdade, onde as evidências não importam mais, e voou na cara de uma visão predominante na psicologia de que as pessoas se apegam a teorias da conspiração por razões emocionais e que nenhuma quantidade de evidência pode desmenti-las.


















