O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, acusou em 24 de dezembro o Hamas de violar o acordo de cessar-fogo em Gaza depois que um oficial militar foi ferido por um explosivo em Rafah, e Israel prometeu retaliar.
O seu gabinete afirmou num comunicado que o Hamas deve ser totalmente apoiado.
Acordo de outubro
salientou que prevê não só a desmilitarização e a desradicalização da Faixa de Gaza, mas também a remoção dos grupos armados do poder na Faixa de Gaza.
“Israel responderá de acordo”, acrescentou o comunicado.
Anteriormente, os militares israelitas anunciaram que um explosivo foi detonado num veículo militar na área de Rafah, no sul de Gaza, ferindo um oficial.
A violência diminuiu, mas não parou
Desde que o acordo de cessar-fogo em Gaza entrou em vigor, em 10 de Outubro, ambos os lados têm-se acusado regularmente de violações do cessar-fogo.
O Ministério da Saúde de Gaza anunciou que Israel matou mais de 400 pessoas na Faixa de Gaza desde que o cessar-fogo entrou em vigor.
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Apelaram a um cessar-fogo inicial em Setembro e depois tomaram medidas em direcção a uma paz mais ampla.
Em última análise, apela ao desarmamento do Hamas e à ausência de qualquer papel governativo na Faixa de Gaza, e à retirada de Israel do território, que continua devastado após dois anos de guerra.
Ambos os lados não concordaram totalmente com todo o seu conteúdo. O Hamas disse que só entregará as armas se for estabelecido um Estado palestiniano. Reuters


















