WEST PALM BEACH, Flórida – O presidente dos EUA, Donald Trump, parecia cansado.
Aconteceu pouco depois das 4h30 da manhã do dia 3 de janeiro, 10 minutos depois de ele ter feito o anúncio nas redes sociais.
Os EUA capturaram Nicolás Maduro
líder da Venezuela.
Liguei para o presidente para entender melhor o que aconteceu e o que acontecerá a seguir.
Ele atendeu o telefone depois de três toques e respondeu algumas perguntas.
Trump começou por felicitar a missão pelo seu sucesso.
“Havia muitos planos bons e muitas tropas e pessoas excelentes”, ele me disse. “Na verdade, foi uma ótima cirurgia.”
Perguntei-lhe então se ele buscava a autoridade do Congresso antes que os militares dos EUA, juntamente com as autoridades policiais, lançassem um “ataque massivo”, como ele disse nas redes sociais.
“Vamos conversar sobre isso”, disse ele. “Estamos prestes a realizar uma conferência de imprensa.”
Num anúncio nas redes sociais, Trump disse que falaria às 11h em Mar-a-Lago, o clube privado e residência onde passou as últimas duas semanas.
Tentei perguntar-lhe o que ele imaginava para a Venezuela e por que essa missão arriscada valia a pena.
“Você ouvirá tudo às 11 horas”, disse ele antes de desligar.
A ligação durou 50 segundos. tempos de Nova York
















