NAIROBI – A União Africana rejeitou em 8 de Janeiro a independência de Taiwan e reafirmou o seu compromisso com a política de “Uma China” durante uma visita do principal diplomata da China, Wang Yi, à sede da União Africana na Etiópia.

Wang iniciou a sua visita a vários países da África Oriental enquanto a região se recuperava da decisão de Israel de reconhecer a Somalilândia, a região separatista da Somália.

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A questão tem sido fortemente criticada pela União Africana (UA) e repercute na China, que se opõe à independência de Taiwan.

“A parte da União Africana reafirmou o seu firme compromisso com o princípio de Uma Só China e reafirmou que só existe uma China no mundo e que Taiwan é uma parte inseparável do território chinês”, afirmou a UA num comunicado.

A próxima visita de Wang está marcada para a Somália, onde procurou o apoio da China e reafirmou o seu compromisso com o princípio de “uma só China” esta semana, em meio a rumores de que os Estados Unidos e outros países também podem reconhecer a independência da Somalilândia.

Wang e o secretário-geral da UA, Mahmoud Ali Yusuf, também “expressaram preocupação com os recentes desenvolvimentos na Venezuela e reafirmaram que a soberania e a integridade territorial de todos os países devem ser respeitadas”, acrescentou o comunicado.

O Sr. Wang deverá visitar a Tanzânia e o Lesoto nos próximos dias. As relações entre os dois países deterioraram-se nos últimos meses com os países ocidentais. A Tanzânia tem sido criticada pelos países ocidentais devido à sua sangrenta repressão eleitoral, e o Lesoto foi atingido por tarifas punitivas dos Estados Unidos. AFP

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