Reunião do grupo nesta quinta-feira (14) para votação de estratégia. A comissão, criada há 29 anos, foi encerrada em dezembro de 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro. Comissão retomará buscas por vítimas da ditadura A Comissão Especial sobre Mortes e Desaparecidos Políticos retomará buscas por restos mortais de vítimas da ditadura militar. A comissão, criada há 29 anos, foi encerrada em dezembro de 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro. Uma foto da década de 1990 mostra a descoberta de ossos em uma cova secreta no Peru, na zona oeste de São Paulo. Assista ao vídeo acima. A comissão se reuniu em São Paulo nos dias 13 e 14 para estabelecer um plano de trabalho para os próximos meses. A primeira reunião de instalação foi realizada no dia 30 de agosto e, após as reuniões online, os membros agora voltam a se reunir presencialmente. Programação No dia 13, a Comissão visitará a Rua Tutóia, no centro de São Paulo, onde funcionou o DOI-CODI de 1969 a 1985, e o Memorial da Resistência, antigo prédio do DOPS. Está marcada uma reunião no dia 14 para finalizar o plano de trabalho. Pontos do plano de trabalho As principais ações incluem a atualização das certidões de óbito dos mortos durante a ditadura. Na primeira reunião, o pedido de alteração das certidões foi transmitido simbolicamente ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orientará os cartórios nas atualizações. A comissão também fará buscas por corpos de pessoas desaparecidas e analisará novos casos. Comissão Especial de Reprodução de Mortos e Desaparecidos Políticos/TV Globo busca locais para início de buscas por desaparecidos em cinco estados. Em Pernambuco, Recife será explorado; Na Bahia, em Palmas de Monte Alto; no Rio de Janeiro e São Paulo, as capitais; e no Paraná, em Foz do Iguaçu. Estas visitas fazem parte das primeiras ações planeadas pela Comissão. Pesquisa Locais Reprodução/TV Globo Leia mais: ‘Enquanto houver corpo desaparecido’ há trabalho, diz presidente Lula Recria comissão que investiga mortes e desaparecimentos durante a ditadura USP 15 FFLCH concede diplomas a famílias de estudantes mortos pela ditadura militar

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