Exames médicos indicam infecção, amputação e retirada de órgãos sem necessidade comprovada. O chefe da Divisão de Homicídios, Mario Souza, disse que as denúncias estão sendo verificadas. O advogado de defesa, Bruno Lea Pires, negou qualquer irregularidade. Em entrevista em 2025, o cirurgião declarou: “Se você não é culpado, não pode se arrepender”. O caso renovou o debate sobre medicamentos e a confiança entre médicos e pacientes. Para o diretor do documentário, Thiago Guimarães, as ações judiciais contra médicos dobraram nos últimos cinco anos. As vítimas estão se aglomerando em busca de justiça.


















