O técnico do Senegal, Pape Thiao, foi vaiado e saiu da coletiva de imprensa pós-jogo como um drama. Polêmica Copa das Nações Africanas no domingo A final continuou mesmo após o apito final.
Thiao expulsou seus jogadores de campo em protesto contra o pênalti que lhes foi concedido antes de conquistar o troféu com uma vitória por 1 a 0 sobre o anfitrião Marrocos, após a prorrogação.
Esperava-se que Thea explicasse a sua decisão na conferência de imprensa pós-jogo, mas quando ele entrou na sala, os jornalistas marroquinos zombaram do treinador e os seus homólogos senegaleses aplaudiram.
Thea também sai depois que os funcionários não conseguem acalmar uma sala tensa.
O treinador do Senegal esteve no centro da cena ridícula que obscureceu a final e pode enfrentar uma forte suspensão da Confederação Africana de Futebol.
O árbitro congolês Jean-Jacques Ndala marcou um pênalti após uma verificação do VAR, depois que Brahim Diaz foi derrubado pelo lateral senegalês El Hadji Malik Diouf enquanto defendia um escanteio aos cinco minutos dos acréscimos.
Mas o Senegal reagiu com raiva à decisão e foi embora, com alguns jogadores descendo o túnel até os vestiários. Demorou 14 minutos para eles se recuperarem e o goleiro Edouard Mendy defendeu um pênalti mal cobrado de Diaz, no estilo Panenka.
Reuters


















