
Raoul Jungmann morre em Brasília O ex-presidente Michel Temer lamenta a morte do ex-ministro Raoul Jungmann, confirmada neste domingo (18), em Brasília. “Um brasileiro que soube servir o país. Deixou sua marca por onde passou. Como ministro da Reforma Agrária, ministro da Defesa e Segurança Pública ou como um grande parlamentar. Triste no nível cívico, sentido falta no nível pessoal. Descanse em paz, Raúl!”, escreveu. Durante a gestão Temer, Jungmann dirigiu o Ministério da Defesa e, em 2018, tornou-se o primeiro Ministro da Segurança Pública do Brasil. Durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, chefiou o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Política Fundiária. Durante o governo Temer, Jungmann também foi responsável pela coordenação das operações com base no decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que autorizou o uso das forças armadas em estados afetados por crises de segurança pública. A morte foi confirmada pelo Instituto Brasileiro de Mineração, instituição da qual ele era presidente desde 2022. Jungman lutava contra um câncer no pâncreas. Ele foi internado em novembro de 2025 e deixou o hospital em dezembro. No final do mês, perto do Natal, ele foi internado novamente e saiu após o Ano Novo. Ele foi internado novamente neste sábado (17). O ex-ministro deixa dois filhos e uma neta. Velório e cremação serão realizados em Brasília, em cerimônia limitada a parentes e amigos. Ministro Raul Jungmann realiza coletiva de imprensa em Brasília Guilherme Mazuei/G1 IBRAM observa “Com grande tristeza, o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) comunica o falecimento de Raúl Beléns Jungmann Pinto, presidente da instituição, ocorrido em 18 de janeiro de 2026, atendendo aos anseios de Brasília Norte. compromisso inabalável com a democracia, o desenvolvimento sustentável e o diálogo ao longo de sua carreira, ocupando o grande cargo de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Deputado Federal por três mandatos e quatro ministérios – Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública em 2022. Assumiu a presidência do IBRAM, a ética que deixou apenas na área de mineração, para Ana Sanchez, presidente do conselho de administração do IBRAM, foi uma figura ímpar, forte defensora da democracia e, segundo ele, o chefe da diretoria executiva do instituto e a liderança do IBRAM Um momento marcado pelo diálogo, visão estratégica e profunda tristeza, o IBRAM com sua família, amigos e companheiros de viagem, Raúl Jungmann agradece por tudo que representou para o Brasil, o setor mineral e o instituto.


















