Segunda-feira, 19 de janeiro de 2026 – 14h43 WIB
Viva – Durar Copa das Nações Africanas 2026 não é apenas um recorde Senegal campeão, mas também deixou para trás uma história de bastidores que quase mudou o curso da história. Em meio às circunstâncias mais críticas da partida. Sadio Mané Na verdade, ele se tornou a figura decisiva não pelo gol, mas pela decisão de evitar que seu time saísse de campo.
O momento crucial veio quando o Senegal decidiu abandonar o campo em protesto contra a decisão de marcar um pênalti Marrocos no último minuto. As coisas esquentaram, as emoções aumentaram e a ameaça de boicote à partida parecia imparável.
O Senegal finalmente garantiu seu segundo título da Copa das Nações Africanas depois de derrotar o anfitrião Marrocos por 1–0. Esta partida pode ser considerada uma das finais mais caóticas da história AFCONNão só por causa das tensões no terreno, mas também os conflitos internos vieram à tona.
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A partida foi acirrada antes da prorrogação, depois que o tempo normal terminou sem gols. O Senegal pensou ter marcado o gol da vitória por intermédio de Ismaila Sarr. Porém, o gol foi anulado. Pouco depois, o árbitro Jean Jacques Ndala revisou o incidente na grande área do Senegal através do VAR.
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Após revisão, o árbitro decidiu que o zagueiro senegalês El Hadji Malik Diouf cometeu falta sobre Brahim Diaz. Marrocos também recebeu pênalti. Esta decisão provocou uma forte reacção no campo senegalês.
O técnico do Senegal, Pep Thiaw, deixou o campo com seus jogadores em protesto. Esta situação interrompeu a partida.
Sadio Mane participou do caos. Ele pediu a todos os jogadores que voltassem ao campo e continuassem a partida. Mané ainda revelou que precisava convencer não apenas os companheiros, mas também o próprio técnico.
“Fui eu quem convenceu a equipe a voltar a campo”, disse Mane após a partida, citado pelo site do Liverpool, segunda-feira, 19 de janeiro de 2026.
Ele disse que a decisão de renunciar foi acordada entre os jogadores e a comissão técnica. Mane finalmente apelou a todas as partes para que voltassem ao jogo, independentemente do risco.
A decisão foi decisiva. Brahim Diaz perdeu um pênalti após tentar um chute de Panenka. Depois disto, o ímpeto foi totalmente a favor do Senegal. O meio-campista Pep Gueye marcou o gol da vitória na prorrogação.
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O gol deu ao Senegal o segundo título da Copa das Nações Africanas, ambos conquistados enquanto Mané estava na seleção. O Marrocos, por outro lado, mais uma vez não conseguiu acabar com a seca de títulos que remonta a 1976.


















