Cassie está livre da tornozeleira eletrônica em “The Pit” – e sua remoção traz uma mudança psicológica que vem à mente quando o residente do terceiro ano fala sobre a necessidade de “acompanhar” na estreia da 2ª temporada.
Segundo Fiona Dourif, superar essa barreira física permite que Cassie comece a pensar por si mesma pela primeira vez. “Ela está um pouco mais tranquila e talvez pensando em como ela quer que seja sua vida fora do hospital e talvez no que está faltando.”
O que falta, diz Dourif, é exatamente o que Cassie expressou durante a primeira hora de seu turno – uma necessidade enraizada na intimidade. “Acho que já faz um tempo que ela não foi segurada ou tocada, e ela está pensando sobre essas grandes questões.”
Com esse peso retirado, Cassie planeja encontrar Brian (Lawrence Robinson), um paciente extrovertido, em uma galeria de arte depois de uma noitada naquela noite. Dourif interpretou a decisão do episódio 4 como um ato de insegurança – informado, em parte, pelas interações de Cassie com o paciente idoso Sr. Montrose, interpretado por Michael Nouri.
“Conversando com ele, você tem a sensação de que aos oitenta anos ele ainda tem compromissos sociais e uma vida amorosa vibrante”, explica ela, “e que Cassie não está apenas olhando para a felicidade que ele obtém dela”. Isso também o enche de ciúme, levando-o a virar o jogo contra Brian.
Dourif admite: “Lembro-me de filmar aquela cena e sentir que era ainda mais assustadora do que esses traumas extremamente complicados”. “Porque parece muito inseguro voltar atrás e arriscar alguém.”
Para Cassie, o medo não é do perigo; É sobre a possibilidade de rejeição.
“O conceito de rejeição é assustador”, diz Dourif, “mesmo se você achar que isso não vai acontecer naquela situação específica”. E para ele, esse medo é inseparável da posição que Cassie ocupa em sua vida. “Também foi bom que eles tenham escrito para uma atriz na casa dos quarenta.”



















