LONDRES (Reuters) – A Grã-Bretanha buscará na segunda-feira o apoio de outros membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas para sua exigência de que as partes beligerantes do Sudão parem as hostilidades e permitam a entrega de ajuda, disse o Ministério das Relações Exteriores britânico.
Com Londres a ocupar a presidência rotativa do conselho, o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, David Lammy, deverá presidir à votação de um projecto de resolução proposto pelo Reino Unido/Serra Leoa, que também apela à protecção dos civis.
Lammy dirá que “o Reino Unido nunca permitirá que o Sudão seja esquecido” e anunciará uma duplicação da ajuda britânica para 226 milhões de libras (285 milhões de dólares), de acordo com um comunicado do seu ministério.
Uma luta pelo poder entre o exército sudanês e as Forças de Apoio Rápido paramilitares eclodiu em Abril de 2023, antes de uma transição planeada para um regime civil, matando milhares de pessoas e desencadeando a maior crise de deslocamento do mundo.
O ministério disse que Lammy também criticaria as restrições de Israel à ajuda humanitária em Gaza e pediria um cessar-fogo imediato juntamente com a libertação de todos os reféns.
Sobre a guerra na Ucrânia, ele deveria dizer que a Grã-Bretanha “continuará ao lado da Ucrânia até que a realidade desapareça em Moscou”. Ele deveria falar à mídia com o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha. REUTERS


















