Olimpíadas de inverno Retornou à Itália pela primeira vez em duas décadas. Da capital da moda, Milão, aos picos dramáticos de Cortina d’Ampezzo, os Jogos Milano Cortina – os primeiros a serem co-organizados por duas cidades – abrangerão o norte de Itália, combinando desportos de inverno de classe mundial com um forte sentido de história e ambição.
Da velocidade bruta do esqui alpino e do bobsleigh à resistência tática do biatlo e do cross-country, dezesseis esportes e mais de 110 medalhas de ouro o aguardam. Os fãs dos Alpes serão mais uma vez atraídos por Mikaela Shiffrin, que ainda está redefinindo a excelência nas disciplinas técnicas.
A patinação artística retorna com sua mistura familiar de arte e pressão liderada pelo fenômeno americano Ilya Malinin, cujos saltos que ultrapassam limites continuam a remodelar o esporte, enquanto a equipe GB espera que Lilah Fear e Louise Gibson aproveitem a oportunidade para ganhar a primeira medalha de patinação artística para a Grã-Bretanha desde Jayne Torvill e Christopher Dean em 1994.
A patinação de velocidade e sua forma em pista curta, onde a esperança da casa italiana, Ariana Fontana, continua sendo uma força dominante, oferece drama medido em centésimos de segundo. O hóquei no gelo traz fisicalidade e rivalidades acaloradas (se você conhece, você sabe), sendo o Canadá o eterno favorito, e o curling – sim, ainda com vassouras – sob a orientação de Bruce Mouat, do Team GB, lembrará aos espectadores casuais que a precisão pode ser tão divertida quanto o poder.


















