Prefeitura de São Miguel Arcanjo (SP) abre para renovação e emissão de alvarás para feirantes Reprodução O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) recebeu, nesta sexta-feira (6), ordem da Justiça que obriga a Prefeitura de São Miguel Arcanjo (SP) a garantir atendimento multidisciplinar e disciplinado às crianças. (TEA), já diagnosticado ou sob suspeita. Segundo o órgão, os municípios terão 90 dias para cumprir a resolução. No prazo de dois meses, a Prefeitura deve apresentar um plano de ação com medidas para reduzir filas para diagnóstico e acesso à terapia. 📲 Cadastre-se no canal g1 Itapetininga e Região no WhatsApp A ação civil pública movida pelo promotor Gabriel Carreta do Carmo aponta atrasos excessivos no diagnóstico, falta de profissionais especializados e longas filas de espera para terapia necessária, situação que compromete o desenvolvimento e a dignidade dos pacientes. O MPSP destacou que o único centro de atenção psicossocial (CAPS) do município funciona com número reduzido de profissionais e não oferece neuropediatras ou psiquiatras infantis na rede municipal. Há também registros de crianças aguardando cuidados especiais há mais de um ano. Na decisão, o tribunal destacou que os documentos evidenciavam a incerteza da rede municipal de saúde e alertavam que atrasos no diagnóstico e início da intervenção terapêutica poderiam causar danos irreversíveis ao desenvolvimento neurológico e social de crianças e adolescentes com TEA. Segundo o MPSP, cerca de 130 crianças e adolescentes já foram diagnosticados com transtorno do espectro do autismo na cidade, número que não inclui casos suspeitos que ainda não foram confirmados. g1 Veja mais notícias sobre Itapetininga e região vídeo: Assista à reportagem da TV TEM

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