Carnaval 2026: Solidariedade se prepara para desfile no Sambódromo A Associação Recreativa Império de Samba Solidaridad Macapata levará o Carnaval 2026 na Avenida Ivaldo Veras, a história do enredo ‘O Tambor que Liberta – Tambor Proibido’. A escola irá apresentar a beleza e o mistério do tambor, o fascinante som do batuk e a riqueza ancestral associada a esta arte. Baixe o aplicativo g1 para assistir às notícias da AP em tempo real e gratuitamente. A trama pretende levar o público a uma viagem pela história deste instrumento, explorando suas origens, significado e como ele se tornou parte da cultura. A escola entrará na Primeira Avenida às 8h do sábado (14). Solidariedade durante apresentação no Carnaval de 2024 no Amapá. Isadora Pereira/g1 g1 apresenta temas de samba e músicas da escola de samba para o Carnaval 2026 do Amapá por ordem de apresentação todos os dias 13 e 14 de fevereiro. História A Associação Recreativa Império de Samba Solidariedade foi fundada em 1983 por sambistas do bairro de Jesus de Nazar. O jacaré tornou-se o símbolo da escola, que adotou as cores verde limão, marrom e branco na bandeira. Construído em forma de bloco, o ‘Soli’, como é apelidado, consolidou-se como escola de samba. Ao longo dos anos conquistou diversos títulos, tornando-se uma das mais tradicionais organizações do Carnaval de Macapá. Leia também: Carnaval deve ser fim de semana chuvoso no Amapá; Veja a previsão Veja ordem e horário do desfile da escola de samba no samba enredo do Amapa Solidaridad “O tambor que liberta – a história do tambor proibido” Compositores: Antonio Lino dos Santos Neto e Davison Jaime Baia de Souza. Dhol… seu som ecoa em todos os cantos da nação, como as batidas do coração. O poder sombrio que atravessou o oceano… Tambor… Foi a cura para tanto sofrimento. Não vamos esquecer aquela época. Nago, eles tentaram silenciar você. Resiliência, a “voz” da senzala. Sua pele é forte contra a opressão! Dentro de cada irmão escondido na mata, em quiolombes, (ôôô) clama por libertação. A noite de luar está em Canjere!… Ilu-ay, Sarava! Sarabha! Nossa resistência batuk! Cantando músicas que refletem nossa essência. No palco, “Crianças” de Zumbi ecoou no terreiro do Ciata. O dom divino de “reexistir”. Os rufos “se movem” de manhã cedo. É lindo para Ayabas no fogo de Oryxus. Rituais têm Caboclos. Enquanto houver um baterista sonhador, haverá amor. No meio do mundo a fé não fica calada, de saia rodada, ondas do mar… O negro tocou sua caixa para contar sua história. O chão vai tremer, dar arrepios! Antes da captura violenta. Celeiro Wobbly, é pura emoção! Solly, minha eterna paixão! *Confira a última programação de notícias do vídeo do g1 Amapá com novidades da estagiária Amapá supervisionada pela editora Josie Paixão:

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