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Em Munique, onde um muro da Guerra Fria outrora simbolizou a divisão de um continente, o Secretário de Estado Marco Rubio A linha vermelha do presidente Donald Trump para a Europa foi cumprida.
“Nós, na América, não temos interesse em ser os supervisores educados e ordeiros do colapso liderado pelo Ocidente”, disse Rubio durante as suas declarações de sexta-feira antes da Conferência de Segurança de Munique.
O principal diplomata dos EUA apelou a fronteiras mais rígidas, à revitalização das indústrias e à restauração da soberania nacional, argumentando que a tendência para o oeste não era inevitável, mas sim o resultado de escolhas políticas que a administração Trump quer agora reverter.

O discurso do Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, na Conferência de Segurança de Munique, foi uma declaração clara da intenção do Presidente Donald Trump de perturbar o status quo global. (Alex Krause/Bloomberg/Getty Images)
“Não queremos separar-nos, mas sim reavivar uma velha amizade e renovar a maior civilização da história da humanidade”, acrescentou, apelando a uma aliança para “correr corajosamente para o futuro”.
Rubio’s Endereço de 3.000 palavras Marcado como uma declaração clara da ruptura de Trump com o status quo global. Sublinha uma mudança mais ampla nas relações transatlânticas, com Washington a pressionar os aliados europeus para melhorarem a sua própria defesa e soberania nacional.
Ele descreveu a erosão da indústria transformadora, as fronteiras porosas e a dependência de instituições globais como sinais da complacência ocidental.

O presidente dos EUA, Donald Trump, apelou repetidamente aos aliados europeus para que assumam a responsabilidade pelo orçamento da defesa. (Aaron Schwartz/CNP/Bloomberg/Getty Images)
Restaurar a independência da cadeia de abastecimento, impor limites à imigração e reconstruir as capacidades de defesa, disse ele, serão fundamentais para reverter o rumo.
Seus comentários chegaram ao público europeu Líderes que há muito confiam nas garantias de segurança dos EUA e estão receosos de uma Washington mais transacional.
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O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, caminha à margem da Conferência de Segurança de Munique durante a reunião dos Ministros das Relações Exteriores do G7 em 14 de fevereiro de 2026 em Munique, Alemanha. (Alex Brandon/AFP/Getty Images)
A mudança foi marcante num fórum que tradicionalmente serve como vitrine para a unidade transatlântica, onde as autoridades dos EUA enfatizaram a cooperação multilateral e a continuidade institucional em anos anteriores.
Resta saber se as capitais europeias adoptam essa opinião. Mas Rubio deixou claro que, sob Trump, os Estados Unidos já não se vêem como administradores silenciosos de uma ordem em extinção.


















