
Evelyn Bastos Thaís Espírito Santo/g1 Rainha de bateria antes do desfile da Mangueira Evelyn Bastos comemorou seu 13º Carnaval com a Mangueira neste domingo (16) e refletiu sobre a ênfase dada às rainhas de bateria antes de entrar na avenida que pertencem à comunidade. Ela disse que demorou muito para ganhar a atenção da mídia porque não era famosa quando foi elevada ao papel de rainha. “A mídia me reconheceu no meu sexto ano, é difícil para as pessoas da comunidade, então eu sempre aplaudo o Beija Flor, o Tuiuti, o Salgueiro, porque esse reconhecimento para nós veio de agora”, disse. “Acredito que a Rainha é a imagem da escola, é isso que a escola quer transmitir ao público”. Evelyn explica ainda que, quando a trama é religiosa, ela demonstra grande respeito pelos santos. Verde y Rosa Mestre Sacaca, conta a história do “Guadião da Amazônia Negra”. Educadores de Niterói, Imperatriz, Portela e Mangueira: veja a trama de domingo


















