Sydney, Austrália – AustráliaO governo disse no domingo que desistiu dos planos de fazê-lo As plataformas de Internet fina representam até 5% da sua receita global Por não ter evitado a propagação de desinformação online.

O projeto de lei fazia parte de uma repressão regulatória mais ampla na Austrália, onde os líderes acusaram as plataformas tecnológicas nacionais estrangeiras de se sobreporem à soberania do país, e surge antes de uma eleição federal dentro de um ano.

“Com base em declarações públicas e no envolvimento com os senadores, está claro que não há caminho para aprovar esta proposta no Senado”, disse a ministra das Comunicações, Michelle Rowland, num comunicado.

Rowland disse que o projeto de lei “introduziria um nível de transparência sem precedentes, responsabilizando as grandes tecnologias por seus sistemas e processos para prevenir e reduzir a propagação de desinformação prejudicial e confusão online”.

Cerca de quatro quintos dos australianos queriam espalhar desinformação, disse o ministro, cujo governo trabalhista de centro-esquerda ficou atrás da coligação de oposição conservadora nas sondagens recentes.

A coligação Liberal-Nacional, bem como os Verdes australianos e os senadores, todos se opuseram à legislação, informou a Sky News.

Em comentários televisionados na Australian Broadcasting Corporation no domingo, a senadora dos Verdes, Sarah Hanson-Young, chamou o projeto de lei do governo de uma “opção incompleta”.

O órgão da indústria DIGI, do qual Meta é membro, disse anteriormente que o regime proposto fortaleceu um código anti-desinformação existente.

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