Assistir a outra confabulação climática caótica das Nações Unidas terminar em desilusão traz-me à mente aquele velho ditado, incorrectamente atribuído a Winston Churchill, sobre a América fazer sempre a coisa certa, mas apenas depois de ter esgotado todas as alternativas. Exceto que, neste caso, as nações poluidoras do mundo estão presas na fase das “alternativas exaustivas” e estão rapidamente a ficar sem tempo para fazer a coisa certa.
Podemos pelo menos estar satisfeitos por a COP29 – a conferência de 2024 para a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, realizada em Baku, no Azerbaijão – não ter terminado num desastre completo como a reunião de 2009 em Copenhaga.


















