WASHINGTON (Reuters) – O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em 24 de dezembro que instruirá seu Departamento de Justiça a “prosseguir vigorosamente” a pena de morte para proteger os norte-americanos de “estupradores, assassinos e monstros violentos” quando assumir o poder em 20 de janeiro.
A declaração de Trump em sua plataforma de mídia social Truth Social foi uma resposta ao anúncio do presidente Joe Biden, em 23 de dezembro, de que ele havia comutou as sentenças de 37 dos 40 presidiários federais no corredor da morte, convertendo-os à prisão perpétua sem liberdade condicional.
“Assim que tomar posse, ordenarei ao Departamento de Justiça que prossiga vigorosamente a pena de morte para proteger as famílias e crianças americanas de violadores violentos, assassinos e monstros”, disse Trump.
Trump reiniciou as execuções federais durante seu primeiro mandato, de 2017 a 2021, após uma pausa de quase 20 anos.
Biden, que concorreu à presidência opondo-se à pena de morte, suspendeu as execuções federais quando assumiu o cargo em janeiro de 2021.
Ao contrário das ordens executivas, as decisões de clemência não podem ser revertidas pelo sucessor do presidente, embora a pena de morte possa ser solicitada de forma mais agressiva em casos futuros.
A equipe de transição de Trump denunciou em 23 de dezembro a decisão de Biden, chamando-a de abominável e favorecendo condenados que estão “entre os piores assassinos do mundo”. REUTERS
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