Na próxima quarta-feira (8) será comemorado o maior ataque à democracia brasileira desde a ditadura militar. Ministro da Defesa e Chefes das Forças Armadas participarão do evento no dia 8 de janeiro O relatório final da Polícia Federal sobre as atividades golpistas de 8 de janeiro dará um tom sombrio ao segundo evento desta semana em comemoração ao ataque à força. Brasília. ➡️Esta lei comemorará o maior ataque à democracia brasileira desde a ditadura militar e acontecerá na próxima quarta-feira (8) no Planalto. No dia 8 de janeiro de 2023, estão previstos discursos do presidente Lula, do presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, e do vice-presidente do STF, além do ministro Alexandre de Moraes, que na época presidia o TSE. A Defesa, José Múcio Monteiro e os chefes das três armas, Exército, Marinha e Aeronáutica, estarão presentes no evento. Uma fonte da defesa disse que a presença do chefe do Estado-Maior e do Museu sinalizaria “solidariedade na raiva pelo ataque”, mas um desejo de “virar a página, punir os responsáveis ​​e reafirmar o compromisso da força com a democracia”. Questão: Depois de dois anos, 86% desaprovam o plano de assassinato das autoridades, no relatório final divulgado pela PF, costuma citar, para lembrar que os registros encontrados em celulares e documentos comprovam a gravidade do ocorrido. Será contestado por militares, membros do governo Bolsonaro e apoiadores do ex-presidente. Previsivelmente, um documento encontrado com um dos assessores de Braga Neto também detalhava a criação de um gabinete de crise, que lideraria o país após o pretendido golpe. O gabinete será chefiado pelos generais Braga Neto e Heleno, ambos aposentados, segundo documentos obtidos pela PF.

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