BANGKOK – A polícia de Bangkok revelou que identificou a pessoa que supostamente contratou Ekkaluck Paenoi para matar o político cambojano Lim Kimya.
A polícia tomou Ekkaluck, suspeito da morte a tiros de Lim Kimyaum antigo deputado da oposição do Partido de Resgate Nacional do Camboja (CNRP), perante o Tribunal Penal para solicitar a sua detenção.
Ele enfrenta acusações de homicídio premeditado, porte de arma de fogo em público sem causa razoável e disparo de arma sem justificativa em Bangkok.
Durante a transferência, uma grande presença policial, tanto uniformizada como à paisana, escoltou Ekkaluck até um veículo. As autoridades exigiram que ele usasse capacete e armadura.
Quando os repórteres tentaram questionar o suspeito, ele não respondeu.
O comboio que transportava Ekkaluck da Esquadra de Polícia de Chanasongkram para o Tribunal Criminal foi escoltado por seis veículos responsáveis por garantir a segurança.
O Tenente-General Atthaporn Wongsiripreeda, comandante da Divisão 1 da Polícia Metropolitana, revelou que a polícia se opôs à fiança do suspeito, temendo uma potencial interferência com testemunhas e provas. Assim que o tribunal aprovar, Ekkaluck será imediatamente enviado para a prisão.
No que diz respeito a novos interrogatórios, Ekkaluck não forneceu informações adicionais úteis além das suas declarações anteriores, mas a polícia continua a investigação.
Quanto à pessoa que ele afirma ter contratado para matar o Sr. Lim, a polícia identificou esse indivíduo, mas não divulgou detalhes.
Eles dizem estar confiantes de que rastrearão essa pessoa em breve. A polícia ainda está reunindo provas e uma reunião da equipe de investigação foi marcada para 13 de janeiro.
Posteriormente, o Tribunal Penal analisou o pedido da polícia e concedeu autorização para a detenção.
O ministro da Justiça, Thawee Sodsong, disse que após a aprovação do tribunal, Ekkaluck será enviado para a prisão preventiva de Bangkok. Ele afirmou que todos os presos recebem medidas de segurança adequadas.
Em relação ao caso de Ekkaluck, a prisão fará uma avaliação. A primeira prioridade será garantir a segurança de todos os reclusos. Além dos guardas prisionais, há também voluntários bem treinados para monitorar a saúde e a segurança dentro da prisão.
Câmeras de vigilância funcionam 24 horas por dia, 7 dias por semana, e a prisão possui um sistema de avaliação para avaliar se o suspeito tem inimigos. A REDE DE NOTÍCIAS DA NAÇÃO/ÁSIA
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