
Larissa dos Santos Silva, 25 anos, foi morta a facadas, disse a família. O caso é investigado como feminicídio pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. Lorisa dos Santos foi encontrada morta em casa, em Nova Iguaçu. A amazona de aplicação Lorisa dos Santos Silva, de 25 anos, foi enterrada na tarde deste domingo (26), na Buxada Fluminense, no cemitério municipal de Nova Iguaçu. O corpo da jovem foi encontrado nesta sexta-feira (24), enterrado em uma casa no bairro Pos, em Nova Iguaçu. Ele estava desaparecido desde a última terça-feira (21), quando foi visto pela última vez entrando em um veículo de aplicativo. Larissa foi trabalhar. Após o desaparecimento, a localização GPS indicada pelo celular da vítima foi registrada a aproximadamente 50 quilômetros do local, no bairro São Francisco de Nitiri, na Região Metropolitana do Rio. Durante o funeral, sensíveis, parentes e amigos decidiram não falar com os repórteres. Um pastor e amigo da família da jovem conduziu a oração durante o sepultamento, que começou às 11h15 e terminou por volta das 12h30. O caso foi investigado como feminicídio pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Segundo o inquérito da Polícia Civil, com quem teve um caso extraconjugal, identificado como Alan Santos Gusmão Zanior, 26 anos, foi apontado como autor do crime. Neste sábado, a Justiça do Rio emitiu mandado de prisão contra ele. Após o sepultamento de Alan e Leandra, considerado orientado pela publicação da Justiça do RJ, os Amigos Motociclistas de Lorissa, que trabalharam para criar uma corrida de motos conforme petição, fizeram um protesto na porta de sua casa onde o suspeito mora com a companheira Leandra Victoria de Sousa Fortunato, 22 anos. Ele também é suspeito de estar envolvido neste crime. A prisão temporária de Allan e Leandra foi decretada pelo homicídio e sigilo do corpo. Ambos já são considerados foragidos. No domingo (26), um cartaz pedindo pistas sobre o paradeiro do casal foi publicado pelo Disque (2253-1177) no domingo.


















