BANGKOK – O Tribunal Penal da Tailândia negou o pedido do ex -primeiro -ministro Thaksin Shinawatra de deixar o país para participar da reunião da ASEAN na Indonésia em 7 de março, após um convite do presidente indonésio.
Thaksin, que está enfrentando acusações sob o artigo 112 do Código Penal (Lei de Lese-Majeste), apresentou seu pedido no Tribunal Penal na Ratchadaphisek Road em 6 de março.
Se o Tribunal tivesse aprovado seu pedido, ele teria sido obrigado a postar fiança e cumprir os procedimentos legais antes de viajar.
No entanto, após uma audiência, o tribunal decidiu às 15h de que não havia motivos suficientes para permitir que Thaksin deixasse o país.
Em janeiro, o tribunal concedeu -lhe permissão para viajar para a Malásia para uma reunião, que exigiu um depósito de fiança de 5 milhões de baht (US $ 197.000) e um compromisso de reportar em três dias.
Em fevereiro, ele foi autorizado a participar de uma reunião da ASEAN em Brunei, mas recebeu permissão para visitar o Vietnã e o Camboja.
Thaksin foi nomeado como consultor informal do primeiro -ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, em preparação para Presidência da Malásia da ASEAN em 2025.
O anúncio foi feito em 16 de dezembro de 2024, durante uma conferência de imprensa em Putrajaya, onde Anwar se juntou ao primeiro -ministro tailandês Paetongtarn Shinawatra, filha de Thaksin.
Anwar afirmou que a vasta experiência de Thaksin como estadista forneceria informações valiosas para assuntos relacionados à ASEAN.
Thaksin, que permaneceu uma figura política importante, apesar de seu exílio passado e desafios legais, retornou à Tailândia em 2023, depois de anos no exterior.
Sua nomeação como consultor é vista como uma jogada estratégica, particularmente no abordamento de questões regionais complexas, como a crise de Mianmar em andamento, que continua sendo um desafio crítico para a ASEAN. Rede de notícias da Nação/Asia
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