O ex-capitão do Paquistão Shahid Afridi lançou um ataque contundente à decisão de multar os jogadores em PKR 5 milhões após sua saída antecipada da Copa do Mundo T20 Masculina da ICC de 2026, chamando a punição proposta de “mesquinha” e ineficaz.
Vá além dos limites com nosso canal no YouTube. Inscreva-se agora!
Reagindo na Samaa TV, Afridi não mediu palavras. “Não há nenhuma decisão a tomar na sociedade. É um pensamento pequeno. O que mesmo 50 lakh de rupias farão? Na minha opinião, isto não é uma penalidade”, disse ele, questionando a lógica por trás da imposição de penalidades financeiras.
Em vez de multas, Afridi exigiu correcções estruturais. “Aqueles que não tiveram desempenho deveriam ser enviados para o críquete de primeira classe. Existem alguns desses jogadores, que acredito que estavam bem antes do ano, não deveriam voltar para a seleção do Paquistão. Isso é suficiente”, afirmou, sugerindo que alguns jogadores deveriam ser mantidos fora da seleção nacional por pelo menos dois anos com base no desempenho.
Ele também pediu um melhor gerenciamento da carga de trabalho. “Aqueles que precisam de descanso devem descansar. Fazendo outras mudanças nos jogadores, isso é suficiente. 50 lakh… Não acho que haja algo assim oficialmente, nenhuma declaração veio do lado do PCB”, acrescentou Afridi, insinuando que nenhuma declaração formal havia sido emitida ainda pelo Conselho de Críquete do Paquistão (PCB).
A campanha do Paquistão terminou em decepção, depois de não ter conseguido se classificar para as semifinais. Eles enfrentaram derrotas contra os arquirrivais Índia e Inglaterra, enquanto a partida do Super Oito contra a Nova Zelândia foi prejudicada pela chuva. Embora tenham derrotado o Sri Lanka na última partida do Super Eight, não foi suficiente para manter vivas suas esperanças.
Fontes indicaram que o PCB está considerando sanções financeiras, com alguns alegando que há planos de oferecer PKR 5 milhões por jogador. Contudo, os comentários explosivos de Afridi mudaram o foco das multas para a responsabilização, reformas de selecção e medidas correctivas de longo prazo.


















