BERLIM – A Alemanha disse em 28 de Setembro que retiraria as famílias dos diplomatas e reduziria o pessoal nas suas missões em Israel, no Líbano e na Cisjordânia, depois de o assassinato do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah por Israel.

Num comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros disse que a sua célula de crise se reuniu em 28 de Setembro para discutir “a situação altamente tensa no Líbano e na região em geral após os últimos ataques” e decidiu “aumentar o nível de crise para as missões em Beirute, Ramallah e Telavive”.

“Em termos concretos, isto significa que os familiares do pessoal aí destacado partirão e viajarão para um local seguro na região ou na Alemanha”, afirmou o ministério.

Acrescentou que “o pessoal destacado será reduzido, tendo ao mesmo tempo o cuidado de garantir que as missões ainda serão capazes de realizar toda a gama do seu trabalho”.

A Alemanha tem atualmente avisos de viagem para os seus cidadãos em Israel, no Líbano e nos territórios palestinianos. AFP

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