PEQUIM – A China pediu que seus cidadãos em Israel saiam “o mais rápido possível”, à medida que as tensões entre Israel e o grupo militante libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, aumentam.
“Atualmente, a situação ao longo da fronteira entre Israel e Líbano é extremamente tensa, com conflitos militares frequentes”, disse a embaixada da China em Israel em um comunicado em 22 de setembro.
“A situação de segurança em Israel continua grave, complexa e imprevisível”, acrescentou a declaração.
A embaixada pediu aos cidadãos chineses em Israel que “retornem para casa ou se mudem para áreas mais seguras o mais rápido possível”.
Israel e Hezbollah ameaçaram 22 de setembro para intensificar seus ataques transfronteiriços apesar dos apelos internacionais para que ambos os lados recuem da beira de uma guerra total.
Um ataque aéreo israelense em um reduto densamente povoado do Hezbollah no sul de Beirute em 20 de setembro matou o chefe da Força de elite Radwan do Hezbollah, Ibrahim Aqil.
Isso ocorreu após uma série de explosões coordenadas de dispositivos de comunicação em 17 e 18 de setembro no Líbano, que mataram 39 pessoas e feriram quase 3.000, e que foram atribuídas a Israel.
Em agosto, a China pediu a seus cidadãos no Líbano que saíssem depois que um ataque israelense no país matou um militante palestino sênior. AFP