Pessoas idosas que sofrem de uma doença como demência ainda podem tomar decisões sobre seus assuntos pessoais, incluindo a criação de um testamento, se houver provas para mostrar que eles sabem o que estão fazendo.
Os tribunais decidiram que “lapsos ocasionais de memória” não desqualificariam ninguém de fazer um testamento, porque essa condição por si só não significa que a pessoa não tenha a capacidade mental de entender o que está fazendo.