
Operação contra gangues suspeitas de roubar e revender equipamentos de mineração A Polícia Civil de Minas Gerais realizou uma operação na manhã desta quinta-feira (29) contra um grupo criminoso suspeito de roubar e revender equipamentos de mineração, além de lavagem de dinheiro. Denominada “Realeza Perdida”, a acção decorreu em seis cidades da região centro e da Grande Bósnia-Herzegovina. Junto com a investigação, o tribunal decidiu apreender mais de R$ 3 milhões em contas bancárias, bloquear veículos e executar 20 mandados de busca e apreensão. O trabalho foi coordenado pela delegacia que investiga crimes contra o patrimônio em Oro Preto. ✅ CLIQUE AQUI PARA ACOMPANHAR O CANAL G1 MINUS NO WHATSAPP Durante a investigação, um investigado pela recepção, João Monlevéde, foi preso em flagrante. Ele estava em posse de uma esteira rolante roubada, avaliada em aproximadamente R$ 500 mil (leia mais abaixo). Assista aos vídeos de tendências do esquema milionário do G1 Segundo a Polícia Civil, a investigação começou em novembro de 2023, após denúncia de uma mineradora e as investigações preliminares apontaram a atuação concertada do grupo no roubo, desvio e revenda ilegal de peças e equipamentos de mineração no bairro Antonio Pereira (MG). Os investigadores analisaram dados bancários, fiscais e telemáticos, bem como relatórios técnicos e outros métodos que reforçaram as suas suspeitas. À medida que a investigação avançava, o tribunal aprovou medidas cautelares, como a apreensão de valores e veículos dos investigados. A operação desta quinta reuniu cerca de 90 policiais civis e foi realizada simultaneamente em Ouro Preto, Mariana, João Monlevéde, Santa Bárbara, Esmeraldas e Contagem. Conforme determinação judicial, a Polícia Civil apreendeu: Aparelhos eletrônicos Veículos de luxo Barco aquático Armas de fogo (fuzis e pistolas) Documentos diversos Correia transportadora avaliada em R$ 500 mil O material será encaminhado para perícia. Houve também congelamento de ativos financeiros e restrições administrativas sobre automóveis com o objetivo de impedir a venda de produtos e garantir a reparação futura de danos. “A ação representa um passo relevante para a eliminação dos grupos criminosos e o fortalecimento da justiça criminal. Agora, as investigações continuam com o objetivo de esclarecer cabalmente a verdade e responsabilizar os envolvidos”, disse o deputado Mauricio Campos Loria Jr. Fuzis apreendidos durante a Operação ‘Realeza Perdida’ da Polícia Civil PCMG/Divulgação

















