
Adolescente de 17 anos morto a tiros em frente a escola em Peixoto de Azevedo (MT) Um adolescente de 16 anos foi preso nesta quarta-feira (11) sob suspeita de atirar em outro menor em frente a uma escola em Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá (ver Momentos do Crime acima). Ele foi preso em flagrante e será acusado de crime semelhante a homicídio, segundo a polícia. 📱 Baixe o aplicativo g1 para visualizar as notícias do MT em tempo real e gratuitamente. A vítima foi identificada como Lucas Souza Gomez, 17 anos. Imagens de uma câmera de segurança capturaram o momento em que dois homens em uma motocicleta seguiram o jovem pela rua e começaram a atirar. Os suspeitos fugiram após os disparos. Segundo o primeiro-ministro, os moradores chamaram a polícia depois de ouvirem vários tiros. Quando os militares chegaram ao local, encontraram o adolescente caído no chão, já sem vida. Este é o segundo assassinato de um menor registrado na cidade em menos de 48 horas. Em um incidente anterior, um adolescente foi morto a tiros por um atirador uniformizado em uma cafeteria da cidade. O representante do G1, Thiago Pinheiro Barros, disse que as investigações preliminares indicam que não há ligação entre os dois casos. Segundo ele, o suspeito do primeiro homicídio está foragido e as características físicas dos envolvidos nos dois incidentes são diferentes. Os familiares contaram à polícia que o adolescente teria suposto envolvimento com grupo criminoso e que essa teoria estava sendo investigada pela Polícia Civil como motivo do crime. A arma usada no crime foi encontrada e apreendida pelos policiais. O caso está sob investigação. Jovem morto em refeitório morto a tiros em refeitório de MT na frente de colegas Na segunda-feira (9), Lucas Gabriel Lazarim, 15 anos, foi morto a tiros na frente de colegas. Imagens de câmeras de segurança da instituição onde ocorreu o crime mostram o adolescente morto por um estudante fardado (veja acima). Segundo a Polícia Civil, a principal suposição é que o atirador seja colega de classe da vítima e também menor de idade. O delegado Thiago Pinheiro Barros disse que Lucas teria levado pelo menos 14 tiros. A investigação revelou que havia uma disputa pessoal entre os jovens. A polícia descartou a possibilidade de o crime ter sido motivado por envolvimento de gangues, já que o atirador vestia uniforme escolar e tinha o rosto descoberto. A polícia também descobriu que a vítima havia recebido ameaças de morte dias antes do crime e disse a uma amiga que aquele poderia ser seu último dia de vida. No entanto, o representante destacou que os familiares e amigos entrevistados não tinham conhecimento de tal intimidação até agora.


















