Durante o debate da revista Wet, a SP City é um ex -candidato a Pablo Merral (PRTB). Ele também publicou um relatório falso contra Bolos por dois dias a partir da primeira rodada no SP. Assembléia/G1/Criador Regional de São Paulo (TRE-SP) na quinta-feira (20) decidiu que o Greater SP será responsável pelo uso da 8ª Zona Eleitoral de Baruari Pablo Maral (PRTB), Luiz Taxira e Taxio Botelho para o uso. Os três foram acusados de usar difamação e documentos falsos com informações falsas em Gilharm Bolos (PSOL) durante as eleições municipais de 2021. Maral e Bolos São Paulo eram candidatos na cidade em 2021, mas não conseguiram vencer a eleição. Tascio Botelho trabalhou como advogado de Marsal, enquanto os Ticks de Luiz possuíam a clínica que emitiu o relatório falso. Clique aqui para se inscrever no canal G1 SP no HOS Whatsapp, o conflito G1 foi publicado que o 346º deserto de São Paulo começou por mais de três meses, que mencionou que o relatório falso – indicando que a cocaína BULOS seria usuário – a conta do Instagram de Marsal – a conta do Instagram de Marsal. Como existe um discurso de residência e profissional em Mararal Barueri, a Tray-Sp percebeu que o distrito eleitoral do município em processar o caso não estava na cidade onde o prefeito foi eleito. Além do uso de documentos falsos, a ação criminal também investigou a equipe de Maral por crimes de difamação contra o atual deputado federal do PSOL. Durante a controvérsia transmitida pelos bandirantes da TV, Maralal se referiu ao oponente como “cheiro de cocaína”. Após o evento, os cortes com a mesma queixa foram publicados nas redes sociais de Marsal, reclamando com o uso de medicamentos para uso de drogas. Mais de três meses atrás, o Serviço de Promotoria Pública Eleitoral (MPE) sugeriu o candidato do então PRTB que solicitou que ele fosse condenado em cinco anos de prisão (leia mais), mas o Tribunal Eleitoral ainda não decidiu em nome do juiz apropriado considerar o caso. Referindo -se à assinatura do relatório publicado por Miraal, Pablo Maralal mencionou em comunicado que o silêncio e o certo que a justiça seria o vencedor durante o relatório. “A queixa é tão irracional que é sozinho que a verdade está com a verdade que não tenho conexão comigo e mesmo os hábitos acusados não se destinam a fazê -lo, é outra tentativa de fazer a narrativa em meu nome” (veja a nota completa abaixo). O processo foi em segredo, mas como foi uma ótima resposta, o caso foi apresentado a aconselhamento, pois o MPE apresentou uma queixa contra uma Marsal acusada biomédica por supostamente envolvido na fraude. O atraso sistêmico chamou a atenção da jurisdição ao adiar o processo no julgamento eleitoral, que geralmente mais rápido no processo de fora do período eleitoral. O próprio Pablo Maralal foi considerado culpado três vezes em outros casos que ocorreu e foi desqualificado pela Tray-Sp até 2022. Os fundos se adaptam a três atividades. O vereador Rubinho Freiras (Uniono Brasil), que está sendo julgado em outros casos por compartilhar o mesmo relatório falso, foi condenado no primeiro exemplo de perda de seu mandato, enquanto o autor real do post não foi julgado. No centro de São Paolo, o edifício São Paulo Regional Court (TRE-SP). What Pablo Maralal has said is Prakash/Tray-SP-SP-SP-SP, “The issue of jurisdiction, whether it is Sao Paulo or the court, the court will be decided, as the right rules. I follow it and believe that it is so irrational that it is associated with me and it is associated with me and it is associated with me and it is connected with me and it is connected with me. It has the intention and even achieved the intention, forcing a story that the regional election Tribunal (Tre-SP) No estado de Itlo Late/Tray-Sp, em 29 de maio, apresentou alegações contra o promotor eleitoral Ian Dowkal Rais. – Um terço (1/3) para programas privados (1/3) ou por cinco anos. O 17064-SP foi comparado à queixa da queixa, que é usada para usar os medicamentos #Fek Merul em 2022, de acordo com sua filha, Aline Garcia, que nunca trabalhou na cidade da cidade. O parceiro de clínica Mergal Fake Report G1 Luiz Tixira da Silva Jr. disse que nunca participou do vice e não negou a preparação do documento.