Por ZEKE MILLER

WASHINGTON (AP) – Horas antes de o presidente Joe Biden cancelar sua última viagem ao exterior como presidente e partir para Roma e o Vaticano, ele optou por ficar em Washington para monitorar a reação. Incêndios florestais na Califórnia.

Biden estava programado para partir ainda quinta-feira Agradece o ex-presidente Jimmy Carter Uma visita de três dias para se encontrar com o Papa Francisco e o presidente italiano Sergio Mattarella e o primeiro-ministro Giorgia Meloni num serviço memorial em Washington, bem como um último encontro presencial com o presidente ucraniano Volodimir Zelensky.

A viagem pretendia ser uma última oportunidade para demonstrar a força da aliança americana durante o segundo presidente católico dos EUA na Casa Branca e antes de o democrata deixar o cargo em 20 de janeiro.

E a reunião com Zelensky deu aos dois líderes uma última oportunidade para discutir o caminho a seguir pelo presidente eleito de Kiev. Donald Trump Toma posse em meio à crescente incerteza sobre o futuro apoio americano aos esforços de dissuasão da Ucrânia Invasão russa.

A Casa Branca não anunciou oficialmente a reunião Biden-Zelensky. Mas os dois lados concordaram que os líderes se reuniriam em Roma na sexta-feira, de acordo com uma autoridade dos EUA que não estava autorizada a comentar publicamente os planos da Casa Branca.

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